NA TENTATIVA
DE PRENDER A ASSALTANTES A FATALIDADE
Localizar e prender fora da lei e recuperar bens roubados das vítimas.
Essa era a única intensão de uma guarnição da PM. Na abordagem a um veículo dois feridos, um fatal. Na adrenalina que acompanha esse tipo de ocorrência, o policial tem segundos para decidir. O policial atirou por engano ao confundir o veículo dos universitários com o que estava sendo procurado.
Repórter policial Ferreira Santos.
Policias Militares do 16º BPM
receberam informações da ação de facínoras que roubaram um veículo Fiat Uno Vivace
de cor vermelha com restrição da liberdade na noite desta quarta-feira
(3/4) e com o carro passaram a cometer vários delitos em Ceilândia. A vítima teria sido liberada na BR 070 próximo ao Posto de combustível
Céu, conforme ocorrência, na 24ª DP. A PM
foi alertada dos fatos e as guarnições começaram a realizar policiamento na tentativa
de localizar e prender os assaltantes. Uma equipe de policiais do 16º BPM passavam pela BR
070 altura do KM 12,5 sentido Aguas Lindas, em Ceilândia Norte, quando avistou
um Fiat Vivace de cor vermelha, com as mesmas caracteristicas do veículo
procurado e usando pelos bandidos no cometimento de assaltos
em Ceilândia.
Os policiais deram início ao um
acompanhamento ao veículo. Um disparou visando acertar o pneu foi efetuado, porém o projetil acertou de raspão o supercilio da
motorista Karla Pamplona, 22 anos, e a cabeça do passageiro José Chaves de 27
anos. Os dois universitário nada tinham haver e o veículo apesar de ter as mesmas caracteristica do veículo procurado, não era o que os policiais procuravam. As vítimas foram socorridas pela guarnição da PM ao Hospital
Regional de Ceilândia e depois transferido ao HBB, onde José Chaves veio a óbito. A fatalidade deixou policiais
desolados e comovidos. A ação é apurada pela corregedoria da Polícia Militar, e por
um inquérito aberto na Polícia Civil (24ª DP). O local foi preservado para perícia. A
guarnição se apresentou a delegacia da área, prestou depoimento e entregaram as armas encaminhada ao IC – Instituto de
Criminalista da Polícia Civil. Somente o resultado da perícia da criminalística
vai determinar o que de fato ocorreu.
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