Secretário de Segurança diz que operação tartaruga aumenta a criminalidade
foto:f.s.
A própria secretaria responsável pela área admite que movimento da Polícia Militar tem impactado nos índices de violência. Somente no mês passado, 88 pessoas foram assassinadas no DF, número 46% maior que a média de 2011.
Fonte: Correio Web Braitner Moreira
Publicação: 05/04/2012 08:00Atualização: 05/04/2012 07:17
Evitar se dirigir a situações corriqueiras, não trafegar acima da velocidade das ruas e diminuir o policiamento ostensivo. As ações tomadas por policiais militares e bombeiros desde o início da Operação Tartaruga, em 15 de fevereiro, têm colaborado para o aumento dos índices de violência no Distrito Federal, de acordo com a própria Secretaria de Segurança Pública. “Esse comportamento acabou influenciando na criminalidade”, admitiu o titular da pasta, Sandro Avelar. O comando da Polícia Militar, por meio de nota, argumentou que “não se pode atribuir esses fatores ao movimento”. Em março, foram registrados 88 homicídios em solo brasiliense, o que dá um aumento de 46% em relação à média mensal de 2011.
Os manifestantes pretendem atrasar os serviços de segurança pública a fim de chamar a atenção para os principais pedidos da categoria: melhoria do plano de carreira e isonomia salarial com a Polícia Civil. “A discrepância é muito grande. Pretendemos que um coronel ganhe salário de delegado, um cabo receba o mesmo de um agente de terceira categoria e assim por diante”, explicou o vice-presidente da Associação de Praças Policiais Militares do DF, sargento Manoel Sansão Barbosa. “Estamos trabalhando, mas desmotivados, porque há quatro anos não temos reajuste salarial”, reclamou.
Os manifestantes pretendem atrasar os serviços de segurança pública a fim de chamar a atenção para os principais pedidos da categoria: melhoria do plano de carreira e isonomia salarial com a Polícia Civil. “A discrepância é muito grande. Pretendemos que um coronel ganhe salário de delegado, um cabo receba o mesmo de um agente de terceira categoria e assim por diante”, explicou o vice-presidente da Associação de Praças Policiais Militares do DF, sargento Manoel Sansão Barbosa. “Estamos trabalhando, mas desmotivados, porque há quatro anos não temos reajuste salarial”, reclamou.

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